20 de mar de 2017

#RECONEXO

Salve!

Eis o resultado da oficina ministrada por mim e Gian Brasil no recôncavo baiano, mais precisamente na cidade heroica de Cachoeira.

Muita alegria, surpresas e trabalho. Fazendo o que amo e turistando na cidade que respira cultura. 'Fiquei de cara' com uma cena especial que presenciei, na cabana do pai Thomaz, mirando a praça da 25.

Depois de uma apresentação de dança de rua, inúmeras pessoas, de crianças a velhos, passaram em bando, devidamente com quimonos,  indo para uma aula coletiva em um dos aparelhos esportivos da cidade.

Fiquei encantado e com gosto de quero mais. Agradeço ao Toni Caldas e a todxs da Ponte!
Axé!!!!








OBRIGADO!!!!!!





19 de jan de 2017

ATUALIZANDO AS CHARGES QUE DEVO!


FALA CAMBADA!
 
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21 de dez de 2016

#TRAGÉDIAS



Tragédias chegam e arrebatam as vidas. Dos que vão e dos que ficam...

Elas, as catástrofes, acontecem para evidenciar que diante da vida e do curso dela, como diria Nietzsche, este seu vir a ser do acaso, nos mostra que além de impotentes, não podemos planejar nada...

            No último dia 29, dia em que o mundo se solidarizava com a equipe de Chapecó, eram completados dois meses de uma tragédia pessoal. Minha irmã, a primogênita, e minha madrinha, abandonava este plano de maneira trágica...

            Tem sido duro conviver com esta tragédia. Mas como diria Raul, “é de batalhas que se vive a vida”...

            Melhor tentar buscar a poesia deste time, que entra para história de maneira trágica, mas que deve ser lembrado pelo sublime da poesia. Como o Airton, os Mamonas e minha irmã... O lado bom e doce do sorriso...

            Outra tragédia me abalou este ano. Meu amigo Neulbert, o Gogó, também nos deixou. Vítima de um acidente na Pandiá Calógeras. Aliás, ainda esperamos por redutores de velocidade no Morro do Gambá e que sua morte não tenha sido em vão...

            Tragédias são inúmeras. E infelizmente sempre nos abaterão. E é sempre por isso, e pela inconsistência da vida, que devemos sempre tentar outra vez.

            Pode parecer piegas, mas é sempre nessas horas que apelamos para finitude, e para o fato do privilégio de estarmos plenos. Nessas horas, todos se condoem, numa corrente universal de prosperidade e reflexão, que pena, durará somente até a próxima tragédia, ou menos que isso... Mas até lá, todos se darão conta de que somos apenas partículas de nada flutuando na imensidão do infinito...

            Mesmo assim, seguiremos congelando investimentos, fazendo guerras, matando, morrendo, torcendo, vibrando, rezando, chorando, implorando, trabalhando, correndo, criando, transando, rindo, gozando e provocando crises, tragédias, amores e dores na teia desta narrativa maluca e imprevisível...

            Para além dos gregos, das filosofias, dos estratagemas, das performances e dos cães que lattes e mordem, para além das bombas atômicas e dos desastres químicos e aéreos, para além das defesas milagrosas do agora de fato “são Danilo”, e das bolsas cortadas ou congeladas, para além das tragédias cotidianas do aluno que vai mais cedo pra casa porque não tem merenda, ou pelo moribundo que morre na fila do hospital, é preciso que percebamos, antes do suspiro final, que sem o outro, não somos nada. E que nos inquietemos pelas tragédias sociais cotidianas que assolam este país...

É somente através do amor, e não somente pelo amor próprio, que conseguiremos a plena evolução. Pois ninguém é dono de nada. Apenas usufruímos efemeramente das coisas que nos cercam e só. Se paga pra nascer, viver e morrer. Acredito que somente o amor, o amor pleno, pelas coisas que valem realmente à pena, é que nos salvará de uma tragédia ainda maior.  

Várias coisas me chegaram pela rede com respeito a este recente e dolorosa tragédia. Uma delas era um texto em ‘homenagem’ ao Danilo, goleiro da Chapecoense que foi resgatado com vida, mas que infelizmente acabou falecendo, que era uma espécie de testemunho do próprio goleiro, e o fato de que se ele soubesse não teria feito a defesa que garantiu o time na final.

Fico me perguntando...

 Será? Tivesse ele o dom da profecia, teria renegado a consagração efêmera da vitória? Seria um derrotado vitorioso ou um vitorioso derrotado????

E mais que isso, como seria a vida se pudéssemos prever o acaso? Ou mais que isso, feito o filme De volta para o futuro, pudéssemos interferir no fluxo imprevisível e natural das coisas ???
                                                    ...
Uma coisa tenho certeza. 2017 será melhor. Não há como um ano tão pavoroso como este se repetir, e longe de mim, saravá, querer aqui fazer uma retrospectiva das tragédias deste ano, pessoais  e coletivas...

Para além das previsões apocalípticas e pessimistas, quero deixar um alento. O alento da fé. Embora eu seja pessimista, nestas horas, agarro-me na teoria Tiriricana: Pior que ta não fica!

Sigamos com amor e fé, apesar dos desastres. Feliz 2017 para todos repleto de paz, felicidade e sem nenhuma tragédia! 

Axé!!!

#AORDEMÉSUCATEAR



26 de out de 2016

#ATUALIZAÇÃO

Fala meu povo e minha pova!

Minha vida tem andado um tanto quanto atribulada!

E da pior forma. Perdi minha irmã de forma bastante traumática e não está sendo nada fácil viver e conviver com essa dor inesperada...

Como a vida tem que seguir, assim como o samba e a poesia, eis algumas charges que estou devendo!

Axé.

Eis um exemplo dos nossos "representantes" falando "gomas.

Exigência do novo cotidiano...

Porque não congela o TEMER por 20 anos? Que tal?

16 de set de 2016

#ANIMAÇÕES



#COLUNAECHARGE



O QUE OS JOGOS OLÍMPICOS ME ENSINARAM?

Que as vaias incomodam.  Que brasileiro não tem o que Temer. Que a trégua, o arrego, é dado e que o estado paralelo, dentro do Estado paralelo, é quem manda. Que complexo de vira lata é ultrapassado (Embora alguns engravatados insistam em querer fatiar e ceder o que é nosso, em “tenebrosas transações”).

Que o Galvão já deu. Que Neymala e Cia ltda resolveram ganhar o ouro, depois que perceberam que o menos em jogo nos jogos é a vaidade individual. Mas no final, o maior ‘ídolo nacional’, achando já ser um Zagallo com 5 Copas nas costas, manda um “vocês vão ter que me engolir”! Difícil demais. Que assim como em outros séculos, os gringo vieram aqui e levaram nosso ouro, prata, bronze...

Que a continência dourada é algo além da troca. Do escambo. Que têm outros tantos e tantas atletas a míngua. Abandonados a própria sorte. Muitos, tendo que fazer bingo pra arrecadar grana e assim poder viajar e competir. Que a mídia que cobriu os jogos e que chegou a fazer dezesseis canais para transmitir o evento em tempo real, não deu sequer um minuto para as vozes dos desabrigados e desalojados que cederam seus barracos e bairros para os equipamentos olímpicos.

Que a ‘limpeza’ feita pela prefeitura no centro carioca, chegando ao cúmulo de tampar um viaduto e deixar destampado quando tinha uma escola pra se ver, e não uma favela, não teve tanta repercussão assim. Que a mulher dançando com a máquina na abertura das paraolimpíadas foi uma das cenas mais emocionantes que já vi na vida. Que a mídia, sempre ela, não dá a mesma pelota pros atletas paraolímpicos (que são lembrados um cadim em época de jogos). 

Que o importante é ganhar medalha e não competir. Mas hein!? Que vaias incomodam. Que bandido evita aparecer em público. Que a eleição se aproxima e o legado é deixar largado. Que não há resultado sem incentivo. Econômico e moral. Que as mulheres negras campeãs olímpicas são f*&$#a pra car*&¨¨#$o!!! Campeãs mil vezes! Ser mulher e negra no Brasil e ainda estar viva já é um fato digno de medalha...

Que o melhor e o pior da gente é a gente. Que tem muito gringo babaca que acha que pode vir aqui e esculachar ainda mais. Que apesar dos pesares, o Rio continua lindo. E que o carioca tem que aprender que o Rio não é só dele. Aliás, como Ouro Preto não é só dos ouro-pretanos. Nem Mariana só dos marianenses...

          O que eu mais aprendi com os jogos foi isso. Talvez essa seja a maior mensagem deles. O que aprendi foi mesmo isso. E queria que essa interação olímpica que foi tão linda, fosse algo perene. Que assim como no esporte, muçulmanos, gays, judeus, palestinos, israelenses, negros, e etc, etc, etc se respeitassem e pronto. Que as fronteiras, o passaporte, não aprisionassem ainda mais pensamentos e sonhos.

Somente isso.


#COULPINBRAZIL



24 de ago de 2016

#CURVASNALEITURA!

Olá amigos(as)


Estão na Leitura Savassi as últimas edições de CURVAS!!!!


Corra lá e adquira a sua!!!!


Obrigado a todos (as ) !!!!